sexta-feira, 12 de maio de 2017

Técnica desenvolvida pela D2C é tema de reportagem

D2C é tema de matéria da revista Edificar do mês de Maio.


https://revistaedificar.com.br/noticias/tecnica-de-reforma-visa-ergonomia-em-empresas
https://revistaedificar.com.br/noticias/tecnica-de-reforma-visa-ergonomia-em-empresashttps://revistaedificar.com.br/noticias/tecnica-de-reforma-visa-ergonomia-em-empresas



sexta-feira, 7 de abril de 2017

Em parceria com a Fiore Ergonomia, lançamos o programa Ergonobuilding. Processo de desenvolvimento de projetos e execução, de implantação de normas NBRs, Anvisa, acessibilidade, entre outras, por um ambiente de trabalho mais seguro, confortável e produtivo.


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Idéias com Formas




No início de 2016 decidi fazer um teaser institucional como forma visual e rápida de divulgação de nosso portfolio, e que permitiria compreender - ao menos em parte - o trabalho desenvolvido pela equipe D2C. 

Na midia eletrônica, o teaser é aplicado, por exemplo, com o objetivo de gerar interesse em conhecer um projeto novo, ou novo serviço que esta por vir. 

O video segue agora, divulgado aqui no blog também. 
Esperamos que gostem.

Mais sobre nosso trabalho pode ser visto em www.d2c.com.br

terça-feira, 2 de julho de 2013

Arquitetura inclusiva e seus desafios

A falta de acessibilidade é a principal barreira enfrentada por pessoas que convivem com algum tipo de deficiência nas grandes cidades brasileiras. E a inclusão desta importante parcela da população – 24,6 milhões de pessoas em todo o país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é um desafio cada vez maior para arquitetos, engenheiros e responsáveis pela definição e implantação de políticas públicas que permitam aos que têm mobilidade reduzida se locomoverem com autonomia e independência. 

“Sinto-me pequenina”. O desabafo é de uma mulher, adulta, diante de mais um entre tantos obstáculos arquitetônicos que ela enfrenta diariamente em Florianópolis. A assistente social Maria Helena Koerich, de 53 anos, é cadeirante e, por isso, sofre uma série de dificuldades para ir e vir na cidade onde vive. 

A limitação, é importante ressaltar, não é por conta de sua condição física – ela perdeu o movimento dos membros inferiores quando teve poliomielite, ainda bebê. É, sim, por causas das barreiras que encontra em seu caminho para o trabalho, para utilizar o transporte público, freqüentar um restaurante, ir à praia, enfim, usar os serviços como qualquer cidadão “que paga em dia os seus impostos”, comenta ela. 

O tema da acessibilidade ganhou ainda mais força com a promulgação da Lei 8.123, de julho de 1991, que obriga empresas com 100 funcionários ou mais a contratarem pessoas com deficiência. As empresas, indiretamente, foram também obrigadas a rever a arquitetura de seus prédios, para adequar os espaços de trabalho aos novos colaboradores. O Estatuto das Cidades, que determina aos municípios a previsão da acessibilidade em seus planos diretores, também é referência para as políticas públicas locais. 

A inclusão e a acessibilidade – e não somente de deficientes físicos, mas de idosos, obesos e gestantes – não é preocupação apenas de setores da sociedade brasileira. A Organização dos Estados Americanos (OEA), por exemplo, estabeleceu, em 2006, que esta será a Década das Américas pelos Direitos e pela Dignidade das Pessoas com Deficiência com o lema ‘Igualdade, dignidade e participação’. Na declaração, a OEA pede o empenho dos Estados para assegurar a inclusão e a participação plena destas pessoas em todos os aspectos da sociedade. 

Com o aumento da expectativa de vida, a discussão sobre acessibilidade se espalha por diversas áreas. O IBGE calcula que nos seus últimos 14,6 anos de vida o brasileiro terá que conviver com algum tipo de deficiência física ou mental. E muitos já se preparam para isto. 

Há alguns anos, o arquiteto paulista Ricardo Vasconcelos percebeu que muitos de seus clientes na faixa dos 40 e 50 anos estavam interessados em adaptar suas casas para garantir uma velhice segura. “É importante que as pessoas levem esta preocupação também para o seu ambiente de trabalho, não somente em seu próprio benefício”, explica Vasconcelos, mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) e professor dos cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. 

O debate sobre a inclusão de pessoas com baixa mobilidade física chegou à academia e aos escritórios de arquitetura; porém, Vasconcelos acredita que a sociedade brasileira ainda é ‘muito crua’ neste sentido, mesmo tendo avançado significativamente nas duas últimas décadas. “A inclusão é um desafio para a nossa sociedade. E os arquitetos são as figuras-chave na distribuição deste conhecimento”, avalia. 


Existe ainda o problema do preconceito e desrespeito, que muitas vezes velado, contribui para o aumento das dificuldades. As pessoas além de não ajudarem, utilizam as estruturas voltadas para deficientes como se fossem delas, deixando-os desamparados. E este desafio, de vencer o desrespeito, é de longe, o mais complicado de vencer.

Fonte: IBDA

Leia também: Como adaptar a casa para idosos

Brasil supera marca de 100 empreendimentos com certificação Leed

Segundo balanço do GBC Brasil, três projetos já obtiveram o nível máximo. Somente a cidade de São Paulo possui 80 empreendimentos com o selo

Eldorado Business Tower foi o primeiro projeto a receber o Leed Platinum

O Brasil ultrapassou a marca dos 100 empreendimentos certificados pelo Leed (Leadership Environmental and Energy Design), de acordo com dados divulgados nesta semana pelo Green Building Council Brasil (GBC Brasil). Hoje o País está em quarto lugar no ranking mundial de projetos com o selo, atrás apenas dos Estados Unidos, da China e dos Emirados Árabes.
"Em 2012 havia uma média de 16 registros por mês em busca da certificação, ao passo que nos primeiros cinco meses de 2013 o número cresceu mais de 40%, chegando a 22 solicitações por mês", disse Marcos Casado, diretor técnico e educacional da organização, em comunicado oficial.

Segundo balanço, os registros para certificação cresceram em todas as regiões, mas a região sudeste permanece na liderança. Somente São Paulo possui 80 empreendimentos Leed. Completam o a lista o Rio de Janeiro (12 certificados), Paraná (3), Rio Grande do Sul (3), Minas Gerais (2) e Distrito Federal (1). Outras cidades ainda possuem quatro empreendimentos contemplados.

Dos 105 que receberam o selo, três já obtiveram o nível Platinum (máximo). Ainda segundo a pesquisa, um total de 65% das 100 edificações é de caráter comercial ou escritórios. "Além dos números expressivos, o setor deve comemorar a busca pela certificação por empreendimentos dos ramos industrial, fabril, esportivo, hoteleiro, varejista e hospitalar, por exemplo. Prova disso é que o centésimo empreendimento LEED no Brasil é um centro de manutenção de uma garagem de ônibus rodoviários, fato inédito", destaca Casado.
Para conseguir o selo, os empreendimentos precisam atender a critérios como eficiência energética; uso racional de água; qualidade ambiental interna; uso de materiais, tecnologias e recursos ambientalmente corretos, entre outras ações que minimizem os impactos ao meio ambiente.

Fonte: Pini



Ex-CEO da Nestlé quer privatizar a água

Não é a primeira vez que o nome da Nestlé está envolvido em escândalos sócio-ambientais.
Estou postando o link da reportagem completa, que além da questão da privatização da água, aborda o envolvimento da empresa com mão de obra infantil e escrava, devastação de áreas florestais preservadas e de reprodução de orangotangos, entre outros.

Se queremos que as empresas - e a sociedade como um todo - tenham atitudes mais respeitosas e responsáveis, cabe a nós consumidores, avaliarmos o que, e de quem estamos comprando. 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Dois empreendimentos brasileiros estão entre os 18 mais sustentáveis do mundo

Parque da Cidade, em São Paulo, e o Pedra Branca Cidade, em Santa Catarina, aparecem na lista elaborada pelo Climate Positive Development Program

Em ranking elaborado pelo Climate Positive Development Program, iniciativa da Fundação Clinton e do U.S. Green Building Council, dois empreendimentos brasileiros foram escolhidos entre os 18 projetos mais sustentáveis do mundo. São eles: Parque da Cidade, em São Paulo, e Pedra Branca Cidade, situado em Palhoça, em Santa Catarina.

Parque da Cidade, São Paulo

Considerado referência internacional de desenvolvimento urbano e redução da emissão de CO2, o megacomplexo paulista, desenvolvido pela Odebrecht e situado em uma área de 82 mil m² no bairro do Brooklin, conta com prédios residenciais, comerciais, shopping e hotel. Segundo a construtora, por conta de iniciativas sustentáveis, a fase de obras deve economizar R$ 500 mil. Já na operação, o empreendimento terá sistema de captação de energia solar, uso de lâmpadas LED, ar condicionado com sistema para economia de energia elétrica, captação de água da chuva e sanitários com sistema de esgoto a vácuo.

Já o projeto Pedra Branca Cidade, em Palhoça, Santa Catarina, começou a ser desenvolvido no ano de 1997 onde, até então, as terras que compõem o maior e mais desenvolvido empreendimento da região faziam parte de uma fazenda destinada à agropecuária. O projeto de urbanização de 250 hectares possui edifícios dotados de tecnologias alternativas, com certificação ambiental e materiais recicláveis. As ruas priorizam o pedestre e o transporte por bicicletas. O objetivo maior é se tornar uma região com emissão de carbono zero.
Os outros projetos lembrados pelo ranking foram: Victoria Harbour e Barangardo (Austrália), Menlyn Maine (África do Sul), Magok Urban Project (Japão), Mahindra World City e Godrej Garden City (Índia), Panamá Pacífico (Panamá), Project Zero (Polônia), Stockholm Royal Seaport (Suécia), Albert Basin (Irlanda do Norte), Elephant & Castle (Inglaterra) e os empreendimentos americanos Dorckside Green, Ecodistricts, Treasure Island, Oberlin e Waterfront Toronto.

Fonte: Piniweb